Com o objetivo de discutir e apresentar as iniciativas e experiências, dos poderes públicos municipais e estadual, para a preservação e recuperação dos recursos hídricos, a mesa-redonda Políticas Públicas para as Áreas de Produção de Água, foi realizada nesta quarta-feira (11), no auditório Rio Santa Maria da Vitória, na Feira do Verde.

O gerente de Recursos Naturais do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), engenheiro florestal Marcos Franklin Sossai, explicou que existe uma relação muito íntima entre a floresta e a água: as árvores funcionam como esponjas que abastecem as reservas subterrâneas. A carga de água dos rios está relacionada à existência de florestas e pode ficar comprometida com a devastação de áreas verdes. Além disso, as raízes das plantas ajudam a evitar a erosão do solo.

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foto: Carlos Antolini

No Espírito Santo, na Região Serrana, a cobertura vegetal tem destaque em relação a outras áreas do Estado, chegando a 40%. Ele alertou que conservar as floresta impacta diretamente nas condições climáticas e na quantidade e qualidade da água disponível.

A presidente do Conselho do Ipema, Elizete Siqueira, destacou a importância da Capital priorizar questões ligadas à água mesmo quando a maior parte do recurso utilizado na cidade vem de outras cidades.

A gerente de Controle e Monitoramento da Secretaria de Meio Ambiente de Vitória (Semmam), Geruza Ferrari, apresentou o projeto Fonte Viva e o trabalho de resgate das fontes naturais em Vitória. Na Capital há 45 fontes e muitas estavam mal cuidadas. A cidade é pequena, mas conta com áreas de preservação importantes, como a Fonte grande, Gruta da Onça, Mulembá, Conquista e Pedra dos Olhos.

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