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foto: Samira Gasparini

Conciliar a gestão do trânsito com a política de preservação do meio ambiental. Esse é o propósito do uso de semáforosde LED, pela Prefeitura de Vitória, na sinalização da cidade. O equipamento, que possibilita economia de energia, está sendo apresentado na Feira do Verde, no estande da Secretaria de Transportes e Infraestrutura de Vitória (Setran) e chama a atenção dos visitantes.

Em Vitória, 33 semáforos de LED já foram instalados até o momento, em substituição aos mais antigos. Uma das vantagens é a economia de energia, que pode chegar a 90% em relação ao sistema utilizado até então. Outra vantagem está relacionada à segurança no transito. Os novos semáforos são mais visíveis a qualquer hora do dia.

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A enorme estrutura montada na Praça do Papa, para abrigar a XX Feira do Verde de Vitória, impressiona pelo tamanho e, mais ainda, pelas atrações espalhadas pelos mais de 11 mil metros quadrados de área projetada e decorada.
Os estandes públicos e privados se engajaram em atrações e ornamentações que renderam muitas surpresas aos visitantes. A quantidade de atrações fez com que muitos deles retornassem à feira mais de uma vez.

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foto: Marcos Salles

O escritor e professor de yoga, Duda Guanaciam, foi na última quinta-feira ao evento, levando a esposa, a filha e o sobrinho e, ao chegar, se surpreenderam com as atrações. “Não imaginava que seria tão interativo. Sempre acompanhamos as edições da Feira do Verde e, nesse ano, a Prefeitura se superou, pois a estrutura está belíssima, assim como as atrações. Teremos que voltar para terminar de curtir a programação”, disse o escritor, enquanto fotografava a filha e o sobrinho em cima da imagem área de Vitória, aplicada no piso do estande da prefeitura da Capital.

E lá estava o escritor, novamente, acompanhado da família. “Tentei deixar para virmos no final de semana, mas não teve jeito, tivemos que trazer as crianças nesta sexta e, certamente, voltaremos amanhã e depois”, disse a esposa Andressa Guanaciam.

Além das famílias, muitos jovens também estão fazendo da Feira um ponto de encontro entre amigos. Vários grupos têm se reunido durante o evento. Rodeados pelo clima de natureza e preservação ambiental, o meio ambiente não poderia ficar de fora das rodas de bate-papo.

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A XX Feira do Verde vai até domingo (15) e programação é o que não falta. Além dos seminários e da II Mostra Científica-Ambiental-Cultural, os estandes estão cheios de informações para os visitantes. São vários os artifícios usados para mostrar que o problema da água é o grande desafio do século XXI.

Um exemplo é uma maquete gigante que retrata o tema da feira: Bacias Hidrográficas: O Reino das Águas, e mostra o funcionamento de uma represa, desde a nascente até a geração de energia.

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foto: Samira Gasparini

O “Robô Gari”, construído por alunos de escolas da Prefeitura, ensina como fazer a separação do lixo. A reciclagem está presente em diversos estandes e os visitantes podem aprender como fazer papel reciclado, decupagem em caixa de madeira e brinquedos de material reaproveitado.

A Feira do Verde também está cheia de orientações sobre emergências ambientais. Os visitantes recebem explicações e materiais sobre o que fazer em casos de incêndios em florestas, maus tratos e comercialização de animais silvestres.

Quem visitar a feira também vai encontrar arte. O museu nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra a Paleoarte, que reconstroi animais extintos. A técnica mistura escultura e pintura para dar vida a animais da pré-história.

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Os visitantes da II Mostra Científica-Ambiental-Cultural de Vitória, que está sendo realizada na Feira do Verde, estão conhecendo de perto os projetos realizados pelos estudantes da rede municipal. Cerca de 20 mil pessoas passam por dia no local do evento. A Mostra envolve 38 unidades de ensino, que expõem seus trabalhos em três diferentes temas: Ética e Cidadania, Diversidade Cultural e Questões Ambientais.

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foto: Samira Gasparini

Os alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Luiza Pereira Muniz Corrêa ensinam como materiais reciclados podem se transformar em bonecos decorativos. Em outro espaço, uma múmia egípcia cheia de adereços, cercada por “barras de ouro”, chama a atenção do público.

O projeto Circo e Horta na Escola, do Cmei Maria Nazareth Menegueli, traz um exemplo de diversão e alimentação de qualidade. Ainda sobre questões ambientais, um quadro ilustrativo, elaborado por estudantes, conta a história de diferentes espécies da baleia.

A II Mostra Científica Ambiental Cultural de Vitória vai até este domingo (15), junto à Feira do Verde, na Praça do Papa. O horário de visitação é de 9h às 21h. No domingo, o encerramento será às 18h. A entrada é gratuita.

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Show Moxuara na Praca do Papa_MS (23)

foto: Marcos Salles

Muita música e teatro prometem agitar o último dia de programação cultural da XX Feira do Verde neste sábado (14), na Praça do Papa, na Enseada do Suá.

Neste sábado, a programação começa às 16h, com a peça teatral O Belo e as Feras. Às 18h, a música retorna com a animação da Banda de Congo Panela de Barro. Às 20h30, encerrando a programação cultural, show com o Grupo Moxuara, já com 18 anos de estrada.

Engajados na luta em prol da boa convivência do ser humano com o meio ambiente, o grupo apresenta canções que falam da cidade, do campo e de sua gente com seus sentimentos, hábitos e valores.

O mais recente trabalho do Moxuara, Tempo de Colher, traz melodias e arranjos que ornamentam vários temas sociais e mostra que é possível se urbanizar sem perder a raiz e amadurecer sem perder a identidade.

A experiência da passagem do Circuito Tela Verde pelo município de Vitória vai ser discutida na noite desta sexta-feira (13), no auditório Rio Jucu, da XX Feira do Verde.

A mostra, que reúne 30 curtas metragens sobre os impactos sofridos pela região da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, com a indústria do petróleo, iniciou suas apresentações município como uma das atividades do Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho).

O grande diferencial da atividade é incentivar o debate, após as exibições, utilizando o conceito aplicado pelo movimento cineclubista em que os expectadores são estimulados a ter um papel mais ativo e crítico em relação aos filmes vistos.

“As produções evidenciam o que o petróleo trouxe para a região de Campos. Podemos passar pela mesma realidade dele, com toda essa movimentação petrolífera que nosso Estado está vivendo. Por isso, é importante debater o que é apresentando”, explicou a analista cultural da secretaria Municipal de Meio Ambiente, Rosa Rasuck.

Logo após a apresentação sobre o Circuito Tela Verde, o cineclube Kbça fará uma exibição de vídeos retirados do site Youtube sobre a questão da água no mundo, além do documentário “Urubus Têm Asas”, de Marcos Negrão e André Rangel (Brasil, 2007, 16 min).

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A Feira do Verde teve, nesta quinta-feira (12), sua noite de glamour com a entrega do Prêmio Tião Sá. Entre os vencedores, ideias bem elaboradas que se destacaram pelas formas encontradas para a preservação do meio ambiente.

O primeiro lugar na categoria Pesquisa Ambiental foi o trabalho Desempenho Ambiental em unidade de saúde na cidade de Vitória: Ensaio projetual e recomendações para certificação, de Liliam da Silva Araujo e João Luiz Calmon Nogueira da Gama.

Já na categoria Educação Ambiental o vencedor foi o projeto Aproveitamento da água das chuvas: subsídios para práticas docentes em educação ambiental, de Idelvon da Silva Poubel e Iorrany Assis Herculino.

Segundo os professores que apresentaram o trabalho vencedor, “a ideia é simples, mas tem seu papel social e educacional. Alcançamos nossos objetivos.”

Os vencedores receberam o Troféu Biodiversidade, criado pelo artista plástico e bailarino, Magno Godoy, diploma e o valor de aproximadamente R$ 4.500,00. O Prêmio Tião Sá foi criado pela Prefeitura de Vitória, por meio da Secretara de Meio Ambiente (Semmam), para incentivar a pesquisa e a educação Ambiental. Para participar, bastava ter realizado algum trabalho que possa gerar resultados de utilidade pública.

Confira a lista completa dos vencedores.

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Na manhã desta sexta-feira (13), no auditório Rio Jucu, foi realizada a primeira parte do III Seminário de Educação Ambiental em áreas de Manguezal. A primeira palestra do seminário foi ministrada pelo coordenador do Núcleo de Pesquisa em Agricultura e Pesca, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Meio-Norte), Jefferson Legat.

Jefferson falou sobre as pesquisas realizadas em áreas de manguezais, nos estados do Pará Maranhão e Piauí. Ele explicou que o caranguejo-uçá é um dos mais explorados do Brasil e na região Nordeste é um importante recurso pesqueiro, com elevado valor socioeconômico que gera emprego para milhares de famílias que habitam as zonas litorâneas.

De acordo com Jefferson, o trabalho da Embrapa é um trabalho de formiga. “A gente vai lá conversa com a comunidade e, aos poucos, vamos construindo

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foto: Carlos Antolini

uma relação de confiança, importante para o nosso trabalho”, afirmou.

Segundo Jeferson as pesquisas apontam para a forma inadequada da captura e transporte dos caranguejos. A partir dos estudos realizados, muitas soluções já surgiram. Foram testados vários tipos de transporte e verificou-se que o transporte com os animais soltos em cestos e caixas, com espuma ou panos umedecidos com água do mangue, apresentou o menor índice de mortalidade – entre zero a cinco por cento -, enquanto que o transporte dos animais amarrados, como de costume, apresenta uma média de 25 a 55% de mortalidade.

A equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) parabenizou Jefferson Legat pelo trabalho realizado e afirmou que as experiências apresentadas serão muito importantes para Vitória e que as técnicas utilizadas por eles lá no Nordeste serão implantadas aqui.

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