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Discussões, sugestões e conscientização para o uso racional da água e preservação das bacias hidrográficas. Esse foi o principal resultado da XX Feira do Verde. Por lá, passaram mais de 200 mil pessoas que aprenderam sobre a importância dos rios, em especial o Santa Maria da Vitória e Jucu, que abastecem a Grande Vitória.

foto: Samira Gasparini

A Feira terminou no último domingo (15) na Praça do Papa após mais de 80 horas de palestras, debates e seminários, que chamaram a atenção para a situação dos rios e suas nascentes com o tema Bacias Hidrográficas: O Reino das Águas. Nos mais de 11 mil metros quadrados de área montada, destaque para o estande da Prefeitura de Vitória, o mais visitado por crianças e adultos encantados com um túnel que mostrava todo o percurso do rio Santa Maria, com a utilização de painéis, além de uma foto aérea gigantesca de todo o município gravada no chão, onde as pessoas, hipnotizadas, procuravam pontos conhecidos da Capital.

Durante a Feira, foi entregue ainda o 14º Prêmio Tião Sá que reconheceu pesquisas e projetos na área ambiental. O secretário de Meio Ambiente de Vitória, Roberto Valentim, destacou que a feira, além de discutir os grandes temas voltados para a preservação das bacias, conseguiu despertar nas pessoas a consciência pela preservação e manutenção da água no dia a dia.

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A experiência da passagem do Circuito Tela Verde pelo município de Vitória vai ser discutida na noite desta sexta-feira (13), no auditório Rio Jucu, da XX Feira do Verde.

A mostra, que reúne 30 curtas metragens sobre os impactos sofridos pela região da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, com a indústria do petróleo, iniciou suas apresentações município como uma das atividades do Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho).

O grande diferencial da atividade é incentivar o debate, após as exibições, utilizando o conceito aplicado pelo movimento cineclubista em que os expectadores são estimulados a ter um papel mais ativo e crítico em relação aos filmes vistos.

“As produções evidenciam o que o petróleo trouxe para a região de Campos. Podemos passar pela mesma realidade dele, com toda essa movimentação petrolífera que nosso Estado está vivendo. Por isso, é importante debater o que é apresentando”, explicou a analista cultural da secretaria Municipal de Meio Ambiente, Rosa Rasuck.

Logo após a apresentação sobre o Circuito Tela Verde, o cineclube Kbça fará uma exibição de vídeos retirados do site Youtube sobre a questão da água no mundo, além do documentário “Urubus Têm Asas”, de Marcos Negrão e André Rangel (Brasil, 2007, 16 min).

O presidente da Associação Brasileira para Educação Ambiental em áreas de Manguezal (Edumangue), Everaldo Queiroz, entregou, nas mãos do vice-prefeito Tião Barbosa e do secretário Municipal de Meio Ambiente, Roberto Mannato Valentim, o titulo Vitória – A cidade dos Manguezais Consagrados.

De acordo com Everaldo, a Edumangue criou títulos para as cidades que se destacam nos projetos de educação ambiental em áreas de manguezal, com o objetivo de reconhecer e incentivar os projetos dessa natureza. “A Edumangue reconhece todo o trabalho que essa equipe tem feito pelos mangues da cidade”, explicou.

A entrega do prêmio foi realizada na manhã desta sexta-feira (13), no auditório Rio Jucu, durante a XX Feira do Verde. Na ocasião, o secretário de Meio Ambiente da Capital anunciou, para o próximo ano, a execução de novos projetos que visam a recuperação de áreas degradadas dos mangues da cidade.

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foto: Carlos Antolini

A mesa-redonda Retrospectiva e atuação das políticas públicas de educação ambiental, realizada na tarde desta quarta-feira (11), contou com a participação de integrantes do Ministério da Educação (Mec), governos municipal e estadual e órgãos e instituições ambientais capixabas.

Um dos pontos altos da mesa foram as discussões em torno da educação ambiental aplicada no município de Vitória. A plateia pode conhecer as ações adotadas pelo município para promover a educação e a conscientização em torno da natureza.

“Uma cidade como a nossa, abençoada pela natureza, não poderia mesmo deixar de lado essa questão. Temos o dever de formar cidadãos conscientes do seu papel diante de um mundo que necessita alcançar a sustentabilidade socioeconômica”, disse a analista de meio ambiente Carla Chagas.

De acordo com a bióloga da Secretaria de Meio Ambiente de Vitória (Semmam), Andressa Lemos, desde 1986 a capital aplica recursos para educar e orienta os moradores quanto ao que se pode fazer para a melhoria do nosso ecossistema e, consequentemente, da qualidade de vida de todos.

Auditório Rio Jucu_Política Municipal de Educação Ambiental_Andressa Lemos_SG (1)

foto: Samira Gasparini

Os palestrantes, entre eles a representante do Ministário da Educação (Mec) no Estado para questões de educação ambiental, Camila Tolosa, reforçaram a necessidade de envolvimento de todos os setores da sociedade em torno do tema.

Ao apresentar o projeto “Vamos Cuidar do Brasil”, Camila mostrou como a sustentabilidade pode ser ilustrada e aplicada, diariamente, no cotidiano das pessoas. Um exemplo é a implementação do ensino sustentável na rede pública de escolas. Uma escola construída e ambientada em torno do tema – com muitas áreas verdes, materiais reciclados, hortas ou jardins cultivados tanto pelos funcionários quanto pelos alunos – reforça a ideia na formação da personalidade, dos costumes e dos conceitos de cada cidadão, principalmente das futuras gerações.

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foto: Samira Gasparini

O estande da Prefeitura de Vitória, que está localizado na entrada principal da Feira do Verde, na Praça do Papa, é um dos grandes destaques do evento, não somente por ser o maior, com 336 m², mas também pela ludicidade adotada para tratar de um tema tão importante que é a relação da cidade e seus habitantes com os rios que a cercam.

Quem olha o estande de longe, logo se pergunta: o que as pessoas tanto olham para o chão? Logo na entrada está a resposta: uma gigantesca fotografia aérea da cidade, captada por satélite, está instalada no chão. A sensação que se tem é de estar sobrevoando a capital sem deixar escapar nenhum detalhe.

A reação das pessoas é de surpresa e, imediatamente, começam a reconhecer os pontos da cidade. O projeto do estande foi idealizado pela Secretaria de Comunicação e desenvolvido por diversos profissionais de publicidade, design, jornalismo, videomakers, fotografia, arquitetura e engenharia.

De acordo com a Secretária de Comunicação, Ruth Reis, o estande procura despertar o interesse

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foto: Samira Gasparini

pelo tema central da feira e mostrar como uma cidade que é consumidora de água pode contribuir para a preservação dos rios que a abastecem, realizando obras importantes que resultam na melhoria da qualidade ambiental e da qualidade de vida dos seus moradores.

No estande também é enfatizada a ideia de que todos têm responsabilidade com o meio ambiente e podem, com sua ação individual, contribuir para o benefício de todos.

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Com o objetivo de discutir e apresentar as iniciativas e experiências, dos poderes públicos municipais e estadual, para a preservação e recuperação dos recursos hídricos, a mesa-redonda Políticas Públicas para as Áreas de Produção de Água, foi realizada nesta quarta-feira (11), no auditório Rio Santa Maria da Vitória, na Feira do Verde.

O gerente de Recursos Naturais do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), engenheiro florestal Marcos Franklin Sossai, explicou que existe uma relação muito íntima entre a floresta e a água: as árvores funcionam como esponjas que abastecem as reservas subterrâneas. A carga de água dos rios está relacionada à existência de florestas e pode ficar comprometida com a devastação de áreas verdes. Além disso, as raízes das plantas ajudam a evitar a erosão do solo.

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foto: Carlos Antolini

No Espírito Santo, na Região Serrana, a cobertura vegetal tem destaque em relação a outras áreas do Estado, chegando a 40%. Ele alertou que conservar as floresta impacta diretamente nas condições climáticas e na quantidade e qualidade da água disponível.

A presidente do Conselho do Ipema, Elizete Siqueira, destacou a importância da Capital priorizar questões ligadas à água mesmo quando a maior parte do recurso utilizado na cidade vem de outras cidades.

A gerente de Controle e Monitoramento da Secretaria de Meio Ambiente de Vitória (Semmam), Geruza Ferrari, apresentou o projeto Fonte Viva e o trabalho de resgate das fontes naturais em Vitória. Na Capital há 45 fontes e muitas estavam mal cuidadas. A cidade é pequena, mas conta com áreas de preservação importantes, como a Fonte grande, Gruta da Onça, Mulembá, Conquista e Pedra dos Olhos.

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Rio Santa Maria

foto: Carlos Antolini

A situação degradante dos rios Santa Maria da Vitória e Jucu e a importância de sua revitalização para a garantia da vida na Grande Vitória serão centro das discussões na XX Feira do Verde Bacias Hidrográficas – O Reino das Águas. O evento acontece entre os dias 10 e 15 de novembro na Praça do Papa.

Mais de 1,5 milhão de cidadãos capixabas, moradores da Grande Vitória e da região Centro-Serrana, dependem das bacias do rio Santa Maria da Vitória e Jucu. Elas banham dez municípios que dependem, socialmente e economicamente, deles e de seus afluentes.

Os rios abastecem quase 50% da população do Espírito Santo, além de servirem às indústrias de grande porte, polos industriais e irrigação para o setor agropecuário, especialmente para a produção de hortifrutigranjeiros na região Serrana.

O entorno das bacias sofre intenso processo de desmatamento das áreas de nascentes e de recarga de aquíferos, redução drástica de mata ciliar, uso excessivo da água, falta ou insuficiência de saneamento básico, gestão incompleta ou incipiente dos recursos hídricos e pouco envolvimento da sociedade na sua conservação. As cidade inseridas neste contexto são Cariacica, Domingos Martins, Guarapari, Marechal Floriano, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Serra, Viana, Vila Velha e Vitória.

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foto: Samira Gasparini

foto: Samira Gasparini

A conscientização sobre a importância da água no planeta vai tomar conta da praça do Papa a partir do dia 10 de novembro. E para garantir que isso aconteça, uma megaestrutura com 11.250 metros quadrados, para a realização da XX Feira do Verde, já está quase pronta.

O evento vai até o dia 15 de novembro com o tema Bacias Hidrográficas: o Reino das Águas. O objetivo é chamar a atenção dos visitantes para as bacias hidrográficas dos rios Santa Maria da Vitória e Jucu, assim como seu importante papel na manutenção da vida, dos ecossistemas e da economia da Região Metropolitana e Centro-Serrana do Espírito Santo.

A estrutura montada será dividida em estandes, áreas para shows, praça de alimentação com 680 metros quadrados com vista para a baía de Vitória, Mostra Cientifica Cultural, com 40 escolas municipais, e dois auditórios para palestras. Os visitantes contarão ainda com postos médicos e de segurança.

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Bacias Hidrográficas: o reino das águas. Esse é o tema da XX Feira do Verde que será realizada pela Prefeitura de Vitória, de 10 a 15 de novembro, na Praça do Papa, na Enseada do Suá.

O tema quer chamar a atenção dos visitantes para as bacias hidrográficas dos rios Santa Maria da Vitória e Jucu e para o importante papel que eles desempenham na manutenção da vida, dos ecossistemas e da economia das regiões Metropolitana e Centro-Serrana do Espírito Santo.

O evento contará com uma estrutura de 11.250 m² que será dividida entre a área de estandes, espaço lúdico onde serão realizados os shows, praça de alimentação com 680m² e vista para o mar. Postos médicos e de segurança serão distribuídos em vários pontos da feira.

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