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Discussões, sugestões e conscientização para o uso racional da água e preservação das bacias hidrográficas. Esse foi o principal resultado da XX Feira do Verde. Por lá, passaram mais de 200 mil pessoas que aprenderam sobre a importância dos rios, em especial o Santa Maria da Vitória e Jucu, que abastecem a Grande Vitória.

foto: Samira Gasparini

A Feira terminou no último domingo (15) na Praça do Papa após mais de 80 horas de palestras, debates e seminários, que chamaram a atenção para a situação dos rios e suas nascentes com o tema Bacias Hidrográficas: O Reino das Águas. Nos mais de 11 mil metros quadrados de área montada, destaque para o estande da Prefeitura de Vitória, o mais visitado por crianças e adultos encantados com um túnel que mostrava todo o percurso do rio Santa Maria, com a utilização de painéis, além de uma foto aérea gigantesca de todo o município gravada no chão, onde as pessoas, hipnotizadas, procuravam pontos conhecidos da Capital.

Durante a Feira, foi entregue ainda o 14º Prêmio Tião Sá que reconheceu pesquisas e projetos na área ambiental. O secretário de Meio Ambiente de Vitória, Roberto Valentim, destacou que a feira, além de discutir os grandes temas voltados para a preservação das bacias, conseguiu despertar nas pessoas a consciência pela preservação e manutenção da água no dia a dia.

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foto: Samira Gasparini

A Secretaria de Transportes e Infraestrutura Urbana da Prefeitura de Vitória (Setran) está apresentando aos visitantes da Feira do Verde os testes que vem fazendo com um sistema híbrido de iluminação pública, que utiliza dois tipos de energia: eólica e solar.

Os testes estão sendo feitos na Praia de Camburi, onde foi instalado um poste que utiliza os dois sistemas. Os testes serão realizados durante, aproximadamente, três meses.

Durante este período, será verificada a durabilidade, o rendimento e o custo/benefício do sistema, que, se aprovado, receberá uma certificação da Setran e passará a compor o quadro de produtos homologados da secretaria.

Também estão em fase de testes a utilização de luminárias a LED, que reduz o consumo de energia em torno de 50%, tem vida útil três vezes maior que a lâmpada tradicional e a manutenção é praticamente zero.

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O sábado de céu claro e muito sol não foi empecilho para que a XX Feira do Verde ficasse cheia.

Desde cedo o movimento foi intenso e o que pode-se notar foi a presença de pais com crianças bem pequenas, de dois e três anos, visitando os estandes da Feira e participando das várias atividades. Alguns alunos também estavam presentes com as professoras.

Entre as atrações que mais chamaram a atenção dos pequeninos estavam o globo terrestre, apresentações teatrais, e os desenhos animados exibidos na sala de cinema. Quem ainda não foi à Feira do Verde poderá ir até este domingo (15), último dia do evento.

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foto: Samira Gasparini

Na programação haverá apresentação de vídeos ambientais, documentários e palestras, como a da Evolução das comunicações e o lixo eletrônico (15 horas). A entrada é gratuita.

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foto: Samira Gasparini

Conciliar a gestão do trânsito com a política de preservação do meio ambiental. Esse é o propósito do uso de semáforosde LED, pela Prefeitura de Vitória, na sinalização da cidade. O equipamento, que possibilita economia de energia, está sendo apresentado na Feira do Verde, no estande da Secretaria de Transportes e Infraestrutura de Vitória (Setran) e chama a atenção dos visitantes.

Em Vitória, 33 semáforos de LED já foram instalados até o momento, em substituição aos mais antigos. Uma das vantagens é a economia de energia, que pode chegar a 90% em relação ao sistema utilizado até então. Outra vantagem está relacionada à segurança no transito. Os novos semáforos são mais visíveis a qualquer hora do dia.

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Mais fotos no Flickr da Prefeitura.

foto: Samira Gasparini

O consumo de água é uma preocupação em todo mundo. Isso porque a oferta é pequena em muitas partes do globo, e, apesar disso, o uso nem sempre é racional. E foi justamente o consumo e a preservação das fontes de água os principais temas abordados, na tarde desta quinta-feira (12), no auditório Rio Santa Maria da Vitória, na XX Feira do Verde.

Durante o seminário Contribuições para a preservação dos recursos hídricos, os palestrantes deixaram claro que o consumo inadequado, aliado a escassez, levam a previsões pessimistas, quanto à disponibilidade da água no futuro.

Por esses e muitos outros fatores é que a água e suas fontes devem ser preservadas, continuamente. Quando possível – e quase sempre é – as águas utilizadas pela sociedade também devem ser tratadas e limpas, para que retornem ao ecossistema de maneira a não afetar seu desenvolvimento e sua sustentação.O setor agrícola, por exemplo, é um dos mais fortes da economia nacional e, consequentemente, um dos maiores consumidores de água. Então, porque não utilizar águas reaproveitadas nas irrigações e projetos agrícolas? Isso já ocorre em muitas partes do Brasil, mas ainda não de maneira suficiente.

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Os  oceanos representam 97%Untitled-1

Geleiras: 1,99%

Águas subterrâneas: 0,51%

Rios e lagos: 0,006%

Atmosfera: 0,001%

Na distribuição da água no planeta, a quantidade de água doce soma apenas 2,5%. O gráfico fala por si: rios e lagos representam tão pouco que a visualização no gráfico torna-se impossível. Daí a importância em se preservar as bacias existentes.

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foto: Samira Gasparini

As reservas de água doce correspondem a menos de 2,5% de toda a água disponível no planeta. O Brasil detém 13% dessas reservas. a abundância, aliada à dimensão continental do país, criou uma falsa ideia de que a fonte é inesgotável. A elevada taxa de desperdício comprova essa tese: 70% de toda água produzida é jogada fora.

Não se preocupar com a escassez da água, é não respeitar os princípios de sustentabilidade. A oferta gratuita de recursos naturais pela natureza e a crença de sua capacidade ilimitada de recuperação frente às ações exploratórias, contribuiu para essa postura descomprometida com a proteção e o equilíbrio ecológico.

Embora existam leis de proteção aos recursos hídricos, o quadro nos remete à necessidade urgente de enfocar a sustentabilidade das bacias hidrográficas nos aspectos ecológicos, sociais e econômicos, de modo a envolver e sensibilizar a sociedade para as questões prementes ligadas diretamente à manutenção da vida humana e dos ecossistemas.

Do ponto de vista ecológico, a água é imprescindível no desenvolvimento e preservação dos ecossistemas aquáticos e florestais, nos processos de ciclagem de nutrientes e microbiologia do solo, na conservação da biodiversidade e da beleza das paisagens.

Socialmente, a qualidade da água nos mananciais é um dos indicadores de sustentabilidade ambiental, de qualidade de vida e de saúde pública da comunidade envolvida.

Economicamente os processos de tratamento, armazenamento e distribuição da água para consumo humano, agrícola e industrial envolvem uma série de operações e geram custos financeiros, sendo que, o maior ou menor valor da água depende da qualidade da fonte, da preservação das nascentes e das matas ciliares.

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